terça-feira, 27 de julho de 2010

PARTIDAS

 Algumas partidas dos Regionais 2010 de Taubaté:

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Regionais Taubaté 2010

    Chegamos ao final de um mais um "Jogos Regionais", dessa vez disputado em Taubaté. A cidade de Guarulhos esteve representada pelas equipes masculina e feminina, no sub-21 1ª divisão e livre 1ª divisão, respectivamente.
    O certame feminino livre 1ª divisão possuía, nestes jogos, somente três equipes, das quais, logo, todas receberiam premiação! Porém, desde o início já se desenhava uma disputada de campeã e vice, sendo que Ubatuda tinha a equipe teoricamente mais fraca na categoria. Guarulhos, reforçada, tinha Juliana Terao, Joara Chaves, Vanessa Gazola e Vanessa Tashima. Pindamonhagaba, também reforçada, contava com Vanessa Feliciano, Gabriela Vargas (Mestra Paraguaia), Laurie Tournier e  Vivian Heinrichs. Ubatuba levou duplo 4 a 0, deixando a decisão reservada às equipes favoritas, sem maiores surpresas.
   No final acabou dando Guarulhos, com vitória da Terao no 1º tab, empate da Joara, derrota da Gazola, e empate emocionante da Tashima, mesmo com 2-2 (desempate no primeiro tab).  Só no último minuto, literalmente, foi possível comemorar.
 
   No masculino sub-21 Guarulhos tinha como principal rival São José dos Campos, sempre ameaçadora e, dessa vez, reforçada. Os números escolhidos no Congresso técnico faziam com que estas cidades somente se enfrentassem na última rodada. No mais, cidades que poderiam surpreender e estavam, igualmente, bem formuladas eram Taubaté, com destaque para Paulo Palozi e Fernando Barbosa, e Suzano, com destaque para Daniel Awoki. As outras equipes também tinham bons jogadores, com exceção de alguns que não sabiam nem sequer anotar.
    Guarulhos contava com MF Yago Santiago, MF Terao, Luiz Abdalla, Gustavo Pizzocaro e Renan Oliveira (o capivara da equipe).
   São José dos Campos tinha MF Tiné, Torsani, William Cruz, Victor Hugo Borges e Ivan Mesquita.
    
   Vamos aos resultados:
Campeã *Guarulhos venceu por 4 a 0: Franco da Rocha, Jacareí, Cunha, Poá e Suzano; e por 3 a 1: Taubaté.
Vice *S José dos Campos também venceu por 4 a 0: Franco da Rocha, Jacareí, Cunha, Poá e Suzano; e por 3 a 1: Taubaté.
3º lugar *Taubaté também venceu por 4 a 0: Franco da Rocha, Jacareí, Cunha e Poá. Venceu por 3 a 1: Suzano e perdeu por 3 a 1 para S José e Guarulhos.

   Na última rodada aconteceu a grande "final". No 1º primeiro tabuleiro Yago, com peão a menos, mas superior na posição venceu Tiné. No 2º Abdalla, após cair numa posição de meio jogo igualada, empatou com Torsani, Terao no 4º tabuleiro empatou inferior com Ivan Mesquita numa linha que parecia não conhecer. E, no 3º, Pizzocaro acabou derrotado por Victor Hugo, tentando forçar uma posição de aparente igualdade, pensando que Yago havia empatado no primeiro tabuleiro.

   Assim, mais uma vez, só nos momentos derradeiros foi possível comemorar.


Minha participação:   No mais, acabei jogando duas partidas: contra Franco da Rocha, ganhando dama no 10º lance, e contra Poá, vencendo somente no final de jogo. Foi muito proveitoso ter ido aos regionais, é mais uma experiência positiva para meu futuro possível desenvolvimento enxadrístico.

Algumas partidas na próxima postagem !

Até mais !

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Uma nova visão das aberturas de xadrez - vs. Guarulhos! – parte II

4 – Defesa Francesa (1. e4 e6) Com três meses de experiência, capivaradas e muitas derrotas, o enxadrista resolve jogar algo mais “sólido”. Daí por diante, com a nova abertura, seu bispo da dama nunca mais joga, as peças não passam da terceira horizontal e a posição do Rei fica sempre instável, muitas vezes sem rocar. Então seu professor diz que com Botvinnik esta saída dava certo e o aluno começa a ficar irritado. Após diversos mates rápidos e ataques fulminantes, além de derrotas em finais inferiores, o enxadrista começa a estudar o Informador! Vendo que o problema é a abertura, um ano depois passa a jogar a Caro-Kann. (Sem muito sucesso também).

Mais contribuições para a teoria das aberturas na próxima postagem!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Uma nova visão das aberturas de xadrez - vs. Guarulhos!

Muitos são os livros que tratam dessa temática.

Nós, do blog, contribuiremos com a teoria das aberturas, à moda guarulhense.
Começarei com algumas observações pertinentes a algumas partidas:

1 - Abertura do Centro (1. e4 e5 2. d4) - ao iniciar o jogo, iniciando-se no xadrez após ler o primeiro livro de xadrez (olha, aprendeu a ler as notações de xadrez, também!), acha bonitinho esse início de jogo e resolve empregar. Deixa as negras igualarem logo no segundo lance e passa apertos durante todo o resto do jogo, amaldiçoando o compêndio barato que comprou para melhorar o nível de jogo (bem feito, não comprou o "Xadrez Básico" ou o "Meu Sistema"! - risos!) e a própria capivarada.

2 - Escocesa (1. e4 e5 2. Cf3 Cc6 3. d4) - depois de levar o primeiro nocaute no xadrez em torneio, o enxadrista iniciante resolve mudar a linha de jogo e escolhe a Escocesa. Fica feliz por conseguir um jogo mais sólido, a custa de algumas perdas de tempo, mas enfrenta um adversário mais forte e que aproveita-se desses atrasos...derrota!

3 - Escandinava - (1. e4 d5 2. exd5 Dxd5 3. Cc3 Da5) - após algum tempo de experiência (e assistir ao filme "Harry Potter e a Pedra Filosofal" - risos!), o enxadrista reproduz uma partida de algum site na internet e acha ousado o plano de jogar peão dama contra o peão rei das brancas. Desconsidera as perdas de tempos com a dama e acha legal não ficar com o bispo travado da Defesa Francesa. Segue-se uma partida com uma posição aberta, porém por vezes esvaziada e desfavorável para as negras. Lá pelo lance 30, a lição...um 1 - 0, como Espanha e Portugal, comparando com um exemplo da Copa do Mundo de futebol.

Mais contribuições para a teoria das aberturas com o Renan! Abraço!